Terça-feira, 7 de Julho de 2009

Vesícula pra quê?!


A medicina moderna não para de evoluir e involuir.
Tomem cuidado com idéias correntes de certos médicos.
Era moda arrancar a amígdala
Depois o "must" era arrancar o apêndice...
a moda agora é arrancar a vesícula.

O problema é que vários médicos recomendam retirar o órgão sadio para "evitar" dar problema.

- Vai fazer uma cirurgia qualquer? arranca logo o apêndice... não serve pra nada...
- Vesícula? Vesícula pra quê?
- Amígdala só faz inflamar!

E agora qual o próximo órgão inútil do nosso corpo?
Que tal o útero?

Os "Médicos" que odeiam pessoas (e principalmente bebês) dizem que o "útero só serve para ter filhos e dar câncer".
A questão é que falavam o mesmo dos outros três citados acima...

A medicina mais responsável depois verificou ou está verificando que cada um tem a sua função importante.

- -Amígdala serve para proteger a garganta de se inflamar diretamente: "Pessoas sem amígdalas desenvolvem mais faringites." http://boasaude.uol.com.br/lib/ShowDoc.cfm?LibDocID=3992&ReturnCatID=1765

- -Estudos apontam que o apêndice serviria para "guardar" anticorpos no caso de infecção do intestino.http://andreiatorres.blogspot.com/2007/10/para-qu-serve-o-apndice.html

- -A vesícula, que é a bola da vez, serve para armazenar a bílis e ajudar na digestão de alimentos mais gordurosos. Quem retira a vesícula TERÁ que fazer dieta comendo menos gordura. http://www.drogariacatarinense.com.br/2-19-programa/conteudo.php?cd_entrevista=227

AGORA vejo médicos "conceituados" (na verdade há muito tempo) dizerem que a mulher moderna(sic) não DEVE menstruar.

para tanto DEVEM tomar anticoncepcionais ou fazer histerectomia.

cuidado mulheres... daqui a alguns anos vão descobrir que esse procedimento causa sérios danos ao seu corpo.

algumas sequelas já conhecidas da interrupção da menstruação:
- ..." houve sim efeitos colaterais significativos, entre eles os mais freqüentes foram aumento de peso (de 2 a 6 quilos) e diminuição da libido. "Algumas pacientes, aliás, apresentaram hemorragia contínua e precisaram suspender o tratamento", conta Mara Diegoli. "http://revistavivasaude.uol.com.br/Edicoes/24/artigo16246-2.asp

querem arriscar?

obs: Na minha opinião é mais uma estratégia Neo-Malthusiana de controle populacional patrocinada (gerando lucros enormes) pela indústria de medicamentos.

Segunda-feira, 8 de Junho de 2009

APOLO XI


Estava correndo nas suas brincadeiras de criança, cansou e suspirou. Do suspiro notou-se um breve silvo suave, era só um assobio. Susto, exclamação, felicidade!

- Agora já sou homem feito!

Propagandeava com orgulho o seu feito. Podia ir para a escola ao som da melodia apreendida ainda no colo, quando sua mãe cantava, antes da doença aparecer, aquela que calara sua voz afinada e triste.

O pai, muito saudoso, proibiu tal execução musical... agora, assobios só escondidos no sóton onde guarda as fotos de quando o homem foi à lua. Queria porque queria ser astronauta, fugindo dali numa espaçonave de prata com lasers multicoloridos talvez a encontrasse. Lá os cabelos dela ainda brilhariam refletindo o sol, e a sua estória, a preferida, seria contada indefinidamente.
Sempre com os olhos de sua alma voltados para a lua, crescia lentamente e sem querer. Foi assim que os anos passaram e ele estático permaneceu. A sua imaginação era sua realidade, não queria distinguir, pois a dor poderia ser insuportável.

Mostrando-se a viagem ao satélite inviável, pelo menos com a mesada que recebia, fingia no passeio à casa dos avós que na volta ela estaria lá para o abraço antes habitual, mas faltoso depois que tinha viajado viagem longa.

- Já está voltando na segunda, na segunda ela chega!

Enganava-se.

Decidiu, não sem tempo, acompanhar o tempo e sem demora permitiu-se sorrir e guardar os aconchegos e aquela voz na memória, não sofreu mais. O que recebera até então já era o bastante, e partilhar lhe parecia o caminho natural...

Estudou, brincou, cantou, compôs, amou ,amou, sorriu, recuou, perdoou, gerou, renasceu.
Viveu seus anos e Segunda nunca chegou, mas teve terças, quartas, quintas, sextas, sábados e domingos ensolarados e felizes. A alegria era afinal estar ali com os seus...

Julio Lins 23/05/2003

Sábado, 30 de Maio de 2009

Revista Época faz apologia ao homossexualismo.


Quais os interesses por traz de uma revista que em apenas uma edição publica 3 matérias com os seguintes títulos?

- "A primeira família de duas mulheres"

- "Qual é o sexo do seu cérebro? "

- "Estou grávida da minha namorada"

Neste post vou apenas discutir sobre a primeira matéria.

Em "A primeira família de duas mulheres" faz-se uma apologia da inseminação artificial por duplas gays e da idoneidade moral das duas. Apologia quase poética e sem a mínima conexão com a realidade do mundo gay... eis aqui algumas frases da própria reportagem que denotam que algo não se encaixa na descrição atual de fidelidade e amor entre as duas:

- "E como nasce uma família?(SIC) A de Carla e Michele começou numa troca de olhares numa aula de história da psicologia, no campus do pequeno município de Biguaçu, da Universidade do Vale do Itajaí, em Santa Catarina. Michele, 19 anos, era a aluna. Carla, 27, a professora. Ao ver Carla metida em um vestido justo, verde-claro, de um ombro só, as unhas vermelhas, Michele achou que ela era linda. Carla sentiu, como sente até hoje, 11 anos depois, “como se fosse um homem me tirando a roupa com o olhar”.

Se o olhar de "tirar a roupa" tivesse origem de um homem, seria logo taxado de assédio-sexual.

-"Aos 11 anos, tentou resolver a questão da identidade sexual com uma mudança radical. Michele assumiu o estereótipo da garota feminina. Tornou-se modelo. Tão profundamente que sofreu de anorexia e bulimia até os 17 anos. As fotos do book mostram uma loira muito magra, de cabelos longos, encaracolados, olhar profundo. Michele debutou, namorou muitos garotos, foi capa de jornal. "

Não parecia ser muito equilibrada essa menina.

CID F64.2 Transt de identidade sexual na infância.

-"Num evento, ao pegar uma bebida, outra modelo a beijou na boca. Michele descobriu que adorava. Passou a namorar garotos e garotas, sem nada esconder da família".

Promiscuidade?

-" Mesmo assim, namorou por três anos um colega de psicologia. E depois, quando terminou, teve muitos casos de uma noite só. A Carla nunca havia aparecido a possibilidade de amar outra mulher. "

Promiscuidade?

-" “Até hoje eu continuo gostando de homens, olhando para homens. Só olho para as botas ou os cintos das mulheres, não para elas”, diz Carla. “Descobri que gosto de homens masculinos, de mulheres masculinas. Não conseguiria beijar ou transar com um homem feminino ou uma mulher feminina. Por isso, não consigo me apresentar como homossexual. Não por preconceito, mas porque não me interesso por iguais. Pelo contrário, o que me atrai é a diferença de posição, seja em homens ou mulheres.” "


É um caso típico de comportamento ego-distônico. Parece ter sérios problemas e indica que a "fidelidade" está por um fio...ou são promíscuas dentro da 'Relação estável" que é a regra das relações homossexuais.


CID F66.1 Orientacao sexual egodistonica


-"Carla namorou “um homem bacana, numa relação muito interessante”. Michele teve casos com várias mulheres, alguns deles ao mesmo tempo. Um dia Carla descobriu que, mesmo vivendo uma relação com um homem que valia a pena, ela gostava mesmo era de Michele. “Acho isso muito importante, bonito”, diz. “Eu escolhi a Michele.”


Isso prova que a "história de amor de 11 anos " como diz a reportagem é uma farsa.

A promiscuidade ou como querem alguns a "relação aberta" é regra em duplas gays.


-" Michele debateu-se ao longo de muitas sessões de análise. “Sabíamos que não podíamos ser duas noivinhas. E era eu, claro, que ocuparia a posição de noivo. E noivo usa smoking. Ficava pensando: ‘Será que só eu sou a homossexual’?”.



CID - F65.1 Travestismo fetichista




A ditadura gay está mostrando suas garras pintadas de rosa choque... e aí de quem pensar diferente.







Gaystapo.

O julgamento da psicóloga Rozângela Alves Justino no Conselho Federal de Psicologia, que seria realizado nesta sexta, 29, foi adiado para 31 de julho. De acordo com a assessoria do CFP, a relatora do processo não poderia comparecer para a sessão.


Estarei acompanhando.


Querem calar a ciência em que ela se baseia só porque ela é religiosa (protestante).
Segundo várias pesquisas e estatísticas e inclusive na CID consta homossexualismo como transtorno, portanto passível de tratamento para quem se voluntariar. E era isso que a psicóloga fazia. Não forçava ninguém.

Sexta-feira, 29 de Maio de 2009

A Igreja Católica e a Ciência (prof. Felipe Aquino)

Universidade de Bologna.
Na Idade Média, foi famosa em toda a Europa por suas escolas de Humanidades e Direito Civil. Os poetas Dante e Petrarca estudaram nessa universidade.


"O III Concílio de Latrão (1179), em Roma, presidido pelo Papa Alexandre III (1159-1181), ordenou ao clero que abrisse escolas por toda a parte para as crianças, gratuitamente. Obrigou a todas as dioceses terem ao menos uma. Essas escolas foram as sementes das Universidades que logo surgiam: Sorbone (Paris) e Montpellier, Bolonha, La Sapienza, Salerno e Raviera (Itália), Oxford e Canterbury (Inglaterra), Toledo e Salamanca (Espanha); Coimbra em Portugal, e muitas outras.
...
Como acusar a Igreja de obscurantista se foi ela quem fundou as primeiras universidades do mundo, para estudar as línguas, a medicina, a matemática, a oratória, a física, a astronomia, as artes plásticas, a música, a teologia?… Somente quem não conhece História ou a interpreta com uma maldosa dose ideológica – e não cientifica - pode chegar a essa conclusão."


...





Resta perguntar: Como, então, algum professor mal informado, ou mal intencionado, pode afirmar que a Igreja manteve o povo nas trevas da ignorância na Idade Média? Como é possível que a história seja tão manipulada e distorcida em favor de interesses ideológicos lastreados num laicismo anticatólico?"








Veja o texto completo em:


http://blog.cancaonova.com/felipeaquino/2009/05/23/a-igreja-proibiu-o-ensino-na-idade-media/#comment-264662

Quarta-feira, 27 de Maio de 2009

A ignorância de Carlos Ayres de Brito

A ignorância pode ser uma falta de conhecimento, sabedoria e instrução sobre determinado
tema, ou mesmo crença em falsidades. Em situação em contrapartida o ignorante estabelece
critérios que desclassifiquem o conselho alheio,em prol da sua falta de conhecimento,
busca estabelecer ideias falsas sobre si mesmo e o mundo que o cerca de forma
errônea,que desagrade aqueles que o cercam.
“Chegou a hora da luz no debate sobre o papel da ciência moderna. Chega de trevas”, argumenta.

Para quem não sabe o ex-ministro do STF foi um dos propagandistas da liberação do uso de Células-tronco Embrionárias para pesquisa.
Na época jogou a imprensa marrom sobre a Igreja Católica acusando-a de ser obscura e de não ouvir a ciência... que ciência?Só se for a do III Reich.

E continuam matando seres humanos...


tendo isso em mente vejamos o que a CIÊNCIA tem a dizer sobre o começo da vida:


A vida humana se inicia na fertilização do óvulo com o espermatozóideTradução livre: Silvio L. Medeiros – http://culturadavida.blogspot.com/


"O desenvolvimento do embrião começa no estágio 1 quando o espermatozóide fertiliza óvulo e juntos se tornam um zigoto" (Marjorie England, professor da Faculdade de Medicina de Ciências Clínicas, Universidade de Leicester, Reino Unido). [1]

"O desenvolvimento humano começa depois da união dos gametas masculino e feminino durante um processo conhecido como fertilização (concepção).Fertilização é uma sequência de eventos que começa com o contato de um espermatozóide com um óvulo em sequência e termina com a fusão de seus núcleos e a união de seus cromossomos formando uma nova célula. Este óvulo fertilizado, conhecido como zigoto, é uma larga célula diplóide que é o começo, o primórdio de um ser humano" (Keith L. Moore, premiado professor emérito e cátedro da divisão de anatomia da Faculdade de Medicina da Universidade de Toronto, Canadá). [2]

"Embrião: um organismo no estágio inicial de desenvolvimento; em um homem, a partir da concepção até o fim do segundo mês no útero" (Ida G. Dox, autora sênior de inúmeros livros de refência para médicos e cientistas, premiada, trabalhou na Escola de Medicina da Universidade de GeorgeTown). [3]

"Para o homem o termo embrião é usualmente restrigido ao período de desenvolvimento desde a fertilização até o fim da oitava semana da gravidez" (William J. Larsen, PhD, Professor do Departmento de Biologia Celular, Neurologia e Anatomia, membro do Programa de Graduação em Desenvolvimento Biológico do Colégio de Medicina da Universidade de Cincinnati) [4].

"O desenvolvimento de um ser humano começa com a fertilização, processo pelo qual duas células altamente especializadas, o espermatozóide do homem e o óvulo da mulher, se unem para dar existência a um novo organismo, o zigoto" (Dr. Jan Langman, MD. Ph.D., professor de anatomia da Universidade da Virgínia) [5].

"Embrião: o desenvolvimento individual entre a união das células germinativas e a conclusão dos órgãos que caracteriza seu corpo quando se torna um organismo separado…No momento em que a célula do espermatozóide do macho humano encontra o óvulo da fêmea e a união resulta num óvulo fertilizado (zigoto), uma nova vida começa…O termo embrião engloba inúmeros estágios do desenvolvimento inicial da concepção até o nona ou décima semana de vida" (Van Nostrand’s Scientific Encyclopedia) [6].

"O desenvolvimento de um ser humano começa com a fertilização, processo pelo qual o espermatozóide do homem e o óvulo da mulher se unem para dar existência a um novo organismo, o zigoto" (Thomas W. Sadler, Ph.D., Departamento de Biologia Celular e Anatomia da Universidade da Carolina do Norte) [7].

"A questão veio sobre o que é um embrião, quando o embrião existe, quando ele ocorre. Eu penso, como você sabe, que no desenvolvimento, vida é um continuum…Mas penso que uma das definições usuais que nos surgiu, especialmente da Alemanha, tem sido o estágio pelo qual esses dois núcleos (do espermatozóide e do óvulo) se unem e as membranas entre eles se chocam" (Jonathan Van Blerkon, Ph.D., pioneiro dos procedimentos de fertilzação em vitro, professor de desenvolvimento molecular, celular da Universidade de Colorado, reconhecido mundialmente como o preeminente expert na fisiologia do óvulo e do espermatozóide) [8].

"Zigoto. Essa célula, formada pela união de um óvulo e um espermatozóide, representa o início de um ser humano. A expressão comum "óvulo fertilizado" refere-se ao zigoto" (Keith L. Moore, premiado professor emérito e cátedro da divisão de anatomia da Faculdade de Medicina da Universidade de Toronto, Canadá; Dr. T.V.N. Persaud é professor de Anatomia e Chefe do Departamento de Anatomia, professor de Pediatria e Saúde Infantil, Universidade de Manitoba, Winnipeg, Manitoba, Canadá. Em 1991, recebeu o prêmio mais importante no campo da Anatomia, do Canadá, o J.C.B. Grant Award, da Associação Canadense de Anatomistas) [9].

"Embora a vida seja um processo contínuo, a fertilização é um terreno crítico porque, sob várias circunstâncias ordinárias, um novo, genéticamente distinto organismo humano é por isso mesmo formado…A combinação dos 23 cromossomos presente em cada pró-núcleo resulta nos 46 cromossomos do zigoto. Dessa forma o número do diplóide é restaurado e o gênoma embrionário é formado. O embrião agora existe como uma unidade genética" (Dr. Ronan O’Rahilly, professor emérito de Anatomia e Neurologia Humana na Universidade da Califórnia) [10].

"Quase todos animais maiores iniciam suas vidas de uma única célula: o óvulo fertilizado (zigoto)…O momento da fertilização representa o ponto inicial na história de uma vida, ou ontogênia, de um indíviduo" (Bruce M. Carlson, M.D, Ph.D., pesquisador professor emérito da Escola Médica de Desenvolvimento Biológico e Celular). [11]

"Deixe-me contar um segredo. O termo pré-embrião tem sido defendido enérgicamente por promotores da Fertilização In Vitro por razões que são políticas, não científicas. O novo termo é usado para prover a ilusão de que há algo profundamente diferente entre o que não-médicos biólogos ainda chamam de embrião de seis dias de idade e entre o que todo mundo chama de embrião de dezesseis dias de idade. O termo pré-embrião é usado em arenas políticas – aonde decisões são feitas para permitir o embrião mais novo (agora chamado de pré-embrião) de ser pesquisado – bem como em confinados escritórios médicos, aonde pode ser usado para aliviar preocupações morais que podem ser expostos por pacientes de fertilização in vitro. "Não se preocupe", um médico pode dizer, "é apenas um pré-embrião que estamos congelando ou manipulando. Eles não se tornaram embriões humanos reais até que coloquemo-os de volta ao seu corpo" (Lee M. Silver, professor da célebre Universidade de Princeton no Departamento de Biologia Molecular e da Woodrow Wilson School of Public and International Affairs). [12]

[1] [England, Marjorie A. Life Before Birth. 2nd ed. England: Mosby-Wolfe, 1996, p.31]

[2] [Moore, Keith L. Essentials of Human Embryology. Toronto: B.C. Decker Inc, 1988, p.2]

[3] [Dox, Ida G. et al. The Harper Collins Illustrated Medical Dictionary. New York: Harper Perennial, 1993, p. 146]

[4] [Walters, William and Singer, Peter (eds.). Test-Tube Babies. Melbourne: Oxford University Press, 1982, p. 160]

[5] [Langman, Jan. Medical Embryology. 3rd edition. Baltimore: Williams and Wilkins, 1975, p. 3]

[6] [Considine, Douglas (ed.). Van Nostrand's Scientific Encyclopedia. 5th edition. New York: Van Nostrand Reinhold Company, 1976, p. 943]

[7] [Sadler, T.W. Langman's Medical Embryology. 7th edition. Baltimore: Williams & Wilkins 1995, p. 3]
[8] [Jonathan Van Blerkom of University of Colorado, expert witness on human embryology before the NIH Human Embryo Research Panel -- Panel Transcript, February 2, 1994, p. 63]

[9] [Moore, Keith L. and Persaud, T.V.N. Before We Are Born: Essentials of Embryology and Birth Defects. 4th edition. Philadelphia: W.B. Saunders Company, 1993, p. 1]

[10] [O'Rahilly, Ronan and Müller, Fabiola. Human Embryology & Teratology. 2nd edition. New York: Wiley-Liss, 1996, pp. 8, 29. This textbook lists "pre-embryo" among "discarded and replaced terms" in modern embryology, describing it as "ill-defined and inaccurate" (p. 12}]

[11] [Carlson, Bruce M. Patten's Foundations of Embryology. 6th edition. New York: McGraw-Hill, 1996, p. 3]

[12] [Silver, Lee M. Remaking Eden: Cloning and Beyond in a Brave New World. New York: Avon Books, 1997, p. 39]

Segunda-feira, 25 de Maio de 2009

Adoção é coisa séria.


O estudo por Cameron e Cameron sugeriu que paternidade homossexual está associada com taxas desproporcionais de desenvolvimento de orientação homossexual, experiências sexuais indesejadas, uma primeira experiência sexual que foi homossexual e insatisfação de gênero.
Essas investigações descobriram que menos que 6% dos machos e 3% das fêmeas na população geral reivindicam ser bissexuais ou homossexuais, mas pela comparação, 75% das crianças adultas macho e 67% das crianças adultas fêmea, criadas por pais homossexuais, reivindicaram que eles tinham desenvolvido uma orientação bissexual ou homossexual. Nossos resultados sugerem que a preferência sexual ou orientação dos pais influencia as preferências da criança, e que qualquer que seja o mecanismo, pais homossexuais estão associados desproporcionalmente com crianças homossexuais.
...

Esse estudo também reportou uma desproporcional percentagem (29%) de crianças adultas de pais homossexuais que tinham sido especificamente sujeitas à assédio sexual por aquele pai homossexual, comparado com apenas 0,6% de crianças adultas de pais heterossexuais tendo reportado relações sexuais com seus pais. “Ter um pai (ou pais) homossexual(is) parece aumentar o risco de incesto com um pai por um fator de mais ou menos cinqüenta”.
Esse achado, e os achados revistos por Cameron e Cameron sugerem uma “desproporcional associação entre homossexualidade e pedofilia [e] um correspondente desproporcional risco de incesto homossexual . . . por crianças criadas por homossexuais”.
Setenta e sete por cento dos machos que tinham sido educados por pais homossexuais reportaram uma primeira experiência sexual homossexual comparado a 8,5% dos machos criados por pais heterossexuais. Apontando um paralelo com outros estudos de vitimização sexual de garotos, esses investigadores reportaram que 67% do pequeno número de garotos que tinham reportado ter sido molestado por seus pais também se tornaram bissexuais ou homossexuais.


texto completo em :

http://www.regent.edu/acad/schlaw/academics/lawreview/articles/14_2Rekers.doc



Manifesto de um grupo de gays de Seattle:

“um em cada sete homens que tiveram relações sexuais com outros homens está infectado pelo HIV”; que “as taxas de sífilis entre os homossexuais são 100 vezes maiores que as taxas entre os heterossexuais”; que “estas taxas estão estimadas a serem 1000 vezes maiores entre os gays HIV positivo”; que "todo gay, bissexual, ou outro homem que tenha feito sexo com outros homens é responsável pela saúde e bem-estar da comunidade" etc.

texto completo em: http://www.homohealth.org/taskforce/manifesto.htm



Pesquisas sobre estilo de vida homossexual confirmam que o homossexualismo é quase que exclusivamente uma cultura de orientação juvenil. Muito poucos gays demonstram preferência por homens mais velhos. Alguns admitem um enfoque em adolescentes, alguns em garotos pré-púberes, e vários alternam-se entre as categorias. Todos são sub-sistemas da depravação homossexual. Demais a mais, muitos pedófilos consideram-se como gays. Em 1988, um estudo publicado nos Archives of Sexual Behavior, 86% dos pedófilos descreveram-se como homossexuais ou bissexuais. A expert em prostituição infantil, Jennifer James relata que o número de garotos prostituídos que identificam-se como homossexuais saltou de 10% para 60% nos últimos quinze anos


A maioria do público está, ao mesmo tempo, ciente do NAMBLA, um grupo que promove abertamente sexo com garotos menores e declaram que amantes de garotos respondem às necessidades dos garotos querendo amor. O NAMBLA é atualmente o alvo de uma ação de classe movida por pais das crianças molestadas e, em um caso, assassinada por indivíduos associados com o NAMBLA. Em geral, a alta cúpula das organizações gays distancia-se do NAMBLA. Claramente, isso é meramente uma tática de relação pública das lideranças gays para realizar sua agenda, pois sofreriam enormes medidas se o público soubesse a verdade.


O mais compreensivo trabalho em um website gay, o Queer Resource Directory (www.qrd.org), vincula-se a todos grupos gays no país incluindo o NAMBLA e outros grupos de homossexuais que enfocam a juventude. NAMBLA marcha em paradas gays com o consenso das lideranças gays. Muitos dos líderes de movimentos homossexuais mais importantes dão aval ao NAMBLA e seus objetivos. Autores e líderes gays tais como Allen Ginsberg, Gayle Rubin, Larry Kramer (fundador do ACT-UP), Pat Califia, Jane Rule, Michael Kearns, e Michel Foucault têm todos os escritos em favor de um dos dois: NAMBLA ou relacionamentos homem-garoto. Harry Hay, que muitos consideram o fundador do movimento homossexual da América, convidou os membros do NAMBLA a marchar com ele na "Marcha de Washington", parada de direitos dos gays de 1993. Ele também marchou na parada gay de Los Angeles de 1985 vestindo uma blusa enfeitada com as palavras "NAMBLA caminha comigo."

Ou seja. O movimento Gay apoia as idéias da NAMBLA. No Brasil seu maior defensor é Luiz Mott fundador do Grupo Gay da Bahia.
http://acarajebox.blogspot.com/2008/05/luiz-mott-por-ele-mesmo.html

Veja o site da NAMBLA:

http://www.nambla.org/



http://pt.wikipedia.org/wiki/NAMBLA



O mais popular guia de viagem para homossexuais, Spartacus Gay Guides, está repleto de informações sobre onde achar garotos para sexo e, com um aviso camarada, lista as punições em vários países para sodomia com garotos, se capturados.”


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é o bastante? alguma dúvida?
leia todas essas compilações e muito mais em:

Segunda-feira, 11 de Maio de 2009


Essa é para quem gosta de brincar de Roleta Russa:

Eficácia do preservativo contra a gravidez:

Uso Ideal 97%. Uso típico: 84% no pior caso (Tailândia)
falha de 14% nos EUA.

Taxa de ruptura: 1 a 13%.

Falha na prevenção contra outras DSTs:
Clamídia e Gonorréia: 20 a 40%.
HPV, herpes, e trícomoniase: Até 70%.


AGORA IMAGINE O PERIGO QUE VC (que engole a propaganda oficial) ESTÁ CORRENDO DE CONTRAIR AIDS ?!!!

no melhor caso acima, vc atiraria contra sua própria cabeça com 3 % de chance de ter uma bala na arma?

Se tem essa coragem então acredite nas propagandas do governo e financie suas campanhas milionárias apoiando esta política:



de tão pueril chega a ser ridícula.

Segunda-feira, 27 de Abril de 2009

O VALOR DAS COISAS


Telefonemas acordam a madrugada, notícias vestidas de roxo e preto. Luto interurbano via satélite e fibra ótica chegam imediatamente ao meu coração. “Seu tio Nael não resistiu” disse a voz entre o resoluto e o inconformado. “O enterro será pela manhã”. Flores , lágrimas e saudade.


Em meio à lembrança de seu rosto sorridente me vi pensando naquele Jipe verde ano 1950 o seu maior orgulho, além dos filhos é claro. A memória afetiva residual da nossa pouca convivência tem como ápice as idas e vindas para a roça em Buerarema. Devido às chuvas de Julho só aquele produto da guerra poderia escalar os íngremes morros nas estradas de barro cujas fendas mais pareciam vales.


Sim naquele carro antigo era possível ter acesso ao paraíso bucólico da Serra do Jequitibá. Todos nós impressionados e confiantes não poupávamos elogios, excetuando-se talvez pelo consumo exagerado de combustível (quatro litros para um quilômetro).


Inevitavelmente as chuvas e ladeiras trouxeram ferrugem e o desgaste das peças, que lentamente foram vencendo toda a robustez da carroceria bem como a força do seu motor. Não havia mecânico capaz de resolver seus problemas. Assim também somos nós e foi Nael: subimos montanhas enfrentamos tempestades e tentamos resistir ao desgaste inevitável.


Com o dinheiro da venda do Jipe, não sem sofrimento, reformou e ampliou a mercearia com o nome de sua filha Marta que muito o admirava. Fora caminhoneiro e nas suas viagens as saudades de menina eram aplacadas com os presentes que ele trazia dos recantos do Brasil e a promessa do abraço na volta. E ele sempre voltava.


Soube depois que após o enterro seus filhos almoçaram juntos ao som de Nelson Gonçalves, de quem seu pai era fã. Lembraram-se do seu violão e voz nas festas familiares. Sua voz ainda ecoa naquela casa. Alguns choraram outros cantaram juntos a despedida.


Nesse mesmo almoço, Marta tinha nas mãos vacilantes uma carta de seu pai. Ao ler um trecho da canção que ele escrevera não resistiu e chorou o choro de saudade. Recompôs-se e anunciou que a mercearia passaria a se chamar “Nael” dali em diante, uma homenagem sincera e tocante.

A letra trêmula cantava sua despedida assim: “Quando eu me for não quero choro nem vela, somente saudades e meu violão...” É que ele já tinha esquecido do seu Jipe, agradável lembrança para os seus.



Julio Lins Salvador, 18/05/2003.

Quarta-feira, 25 de Março de 2009

INPUTS E OUTPUTS


Computador em francês é "ordinateur" do qual literalmente se traduziria como ordenador ou organizador. É o que ele faz. Colocamos informações que os experts chamam de inputs, pedimos para ele organizar ou ordenar conforme nossas preferências e "voilà". Organizados e coloridos, os resultados (outputs) estão lá para enviar, imprimir ou armazenar. Ele não passa de um escravo que não come nem dorme.


Quando às vezes fica confuso é porque lhe impusemos uma sobrecarga de informações na ânsia de contabilizarmos e digitalizarmos o mundo à nossa volta. Mas logo, logo "apigreidiamos" sua memória e velocidade e pronto. É imbatível nas as funções para que foi criado.


Em todos esses anos não vi um sequer reclamar ou trabalhar mais lento por questões emocionais. Não precisa de elogios, nem de aumento de salário. Nem mesmo aqueles que costumamos chamar de velharia, pois acumulam absurdos 3 a 4 anos de idade, ficam traumatizados com a palavra aposentadoria.


O computador, portanto, é essencial. Mesmo quando usamos para fazer aquela “mis en scène”:

- Um momento que vou olhar no sistema pra ver se consta...

O que estamos fazendo não é nada mais do que fazíamos há quinze anos nos arquivos de papel. A diferença é que agora dura em média poucos segundos (dependendo da velocidade dos inputs) o que poderia levar o dia inteiro.


Esse status que o barulho das teclas e a impressora nos traz, de fato somos cada um uma editora, é agradabilíssimo, pois simula a obtenção de uma sabedoria e da velocidade que não possuímos.
Que vergonha é não trabalhar com um computador, mesmo que o produto do trabalho seja medíocre. Essa regra se perpetua, pois muitos ainda não sabem que é apenas uma ferramenta e o que importa é o resultado e não mais o processo. O tempo que poupamos tem que nos permitir descansar mais e produzir melhor, tendo a estética como aliada e na criatividade um apoio.


A mão no máximo escreverá pequenos lembretes, pois a sua atividade precípua será a de pintar paisagens e pensamentos, de alisar cabelos e tocar violão. Os computadores coordenarão os robôs cortadores de cana e quebradores de pedra (no lugar de crianças do semi-árido). Temos a alavanca, nos resta mover o mundo.


Ctrl T, Ctrl C, Compose, Ctrl V, Send message to: pessoal.

Julio Lins, Salvador, 07/05/2003.

Segunda-feira, 16 de Março de 2009

Obstetra dá seu parecer sobre aborto ocorrido em Recife




“Meus amigos,
- Todo o fato é terrível — não é isso que se está discutindo — porém acho importante fazermos algumas reflexões pois o aborto não era a única nem a melhor solução:



a) Devem ter usado Cytotec (?) — que tem protocolo muito claro para tratamento de úlceras gástricas — não há experiência suficiente de seu uso em meninas de 9 anos grávidas (mesmo que tenham usado outra droga — sempre se está atirando meio no escuro pois é de se convir que é raro uma gravidez gemelar aos 9 anos) — portanto houve risco na indução do aborto;


b) A menina não corria risco de vida agora — não havia esta pressa nem indicação de intervenção no momento para salvar a sua vida;


c) De onde vem a estatística que ela corria o risco de 90% de morte ou de qualquer outra %? Estatística deve ser registrada em trabalho médico de pesquisa e com amostragem significativa para ter valor;


d) Haveria possibilidade que tivesse parto prematuro ou até aborto (espontâneo) — mas, quando espontâneo, o processo é mais simples e de menor risco;


e) Se levasse a gravidez pelo menos até 22 semanas, teríamos 15 a 20% de chance de sobrevivência para os gêmeos (mesmo que fosse 10% de chance — estaríamos tentando salvar as crianças sem aumento de risco para a mãezinha);


f) psicologicamente, esta menina foi usada como um trapo pelo homem, destruída como pessoa, percebendo-se marcada inconscientemente como algo sem valor — e por 3 longos anos. Ao experimentar a destruição dos filhos como lixo, o inconsciente registra — “viu, sou lixo e de mim só pode sair lixo”. Sabe-se lá como se fará para recuperar todo esse novelo em sua cabecinha. Por outro lado, imagine-se: ela sentindo-se rodeada por atenção, amor, cuidado e experimentado a valorização das crianças que trazia dentro de si — mesmo que a análise racional não fosse predominante — poderia estar começando aí o seu resgate como pessoa integral;


g) sei de meninas que deram a luz com 10 anos e continuam muito bem após anos e anos;


h) Não sei de ninguém que morreu por causa da idade precoce com que engravidou, se recebeu acompanhamento adequado. Vou pesquisar mais e comunico a vocês se houver algum trabalho nesse sentido”.


Dra. Elizabeth Kipman CerqueiraMédica ginecologista-Obstétrica; integrante da Comissão de Ética e Coordenadora do Depto. de Bioética do Hospital São Francisco, em Jacareí, São Paulo, Diretora do Centro Interdisciplinar de Bioética da Associação “Casa Fonte da Vida” ; especialista em Logoterapia e Logoteoria aplicada à Educação.