sexta-feira, 20 de novembro de 2009

MORAL DA ESTÓRIA




Não sou contador de casos. Nunca soltei piada que alguém, ao menos, esboçasse sorriso discreto. No entanto, ao contrário do que possam pensar, não invejo os que sempre tem alguma estória engraçada, ou mesmo (e na maioria das vezes), vulgar. Aquela obrigação subliminar de fazer rir quem ouve, ao final. Sei, no entanto, relatar fatos e opinar de forma imparcial sobre o cotidiano, somente políticos e torcedores de futebol sabem fazê-lo com tamanha eficácia.

Porém, às vezes, acontece de um fato ou uma estória qualquer, aguardar pacientemente no cantinho mais obscuro dos meus pensamentos para finalmente, num acesso de fúria, se apossar de toda minha imaginação nos momentos mais impróprios.

Hoje isso aconteceu numa daquelas reuniões de trabalho utilíssimas lá na agência. Os Gerentes de Contas descrevendo seu trabalho mensal para o deleite do Gerente Geral e meus olhos lutando para permanecerem abertos... Já estava entrando em estado alfa quando me veio à lembrança, não me perguntem porque, da estória que conto a seguir e de como discordo dela quase por completo. Começa assim:

Uma mulher nem muito formosa nem pouco virtuosa, enfim uma mulher, pois as que parecem pontuar acima da média, como é sabido, somente existem na imaginação fértil de alguns ou em capas da revista “Cláudia”. Que me perdoem as leitoras, mas com os homens imagino que ocorra o mesmo e já que não sou grande observador destes, desculpem a falta de cientificismo do tipo sociológico.

Pois bem, Suzete (resolvi chamá-la assim, pois não conhecendo nenhuma homônima evito mal entendidos), orgulhosa do seu gênero, e fazendo gênero como de praxe, viajava tranqüila e conversadeira no banco do carona no novíssimo carro do seu marido. Notaram o ponteiro da gasolina indicando a necessidade urgente de um abastecimento. Ao pararem no posto, Suzete esposa de Souza (o nome simples, caro leitor, não fornece pistas da importância que adquirira na empresa), reconheceu o Silva (este nome sim, representa o grau alcançado na escala social) e o cumprimentou. Este último, por sua vez, retribuiu o cumprimento com um sorriso amarelo cor de gasolina.

Souza surpreso com o gesto, ao sair do posto, perguntou quem era o pobre coitado do sorriso amarelo. E aqui, amigos, está aquela parte da estória que somos impelidos ou quase forçados a tirar algum ensinamento para a vida. Atenção:

- Era o Silva. Ele foi meu namorado nos tempos do colégio.
Recebido o baque e com ar de superioridade contumaz, rebateu...
- Tá vendo aí? Se você tivesse se casado com ele, hoje você não teria nada...
E Suzete que nunca deixa por menos, não decepcionaria agora...
- Se eu tivesse me casado com ele, você é que seria frentista do posto...
E foram calados para casa. Moral da estória, ou pelo menos a que nos querem imputar: atrás de um grande homem existe sempre uma grande mulher.
Isto posto, permitam-me na função de cidadão exercer direito constitucional e discordar da já famosa fábula, divulgada em livros e redes de comunicação pelo mundo afora, incitando a intriga entre os gêneros. Acendendo fagulhas no paiol do orgulho.
Em primeiro lugar, a visão que primeiro me vem à mente(grande mulher) é o de uma mulher imensa, devido a obesidade mórbida, atrás de um homem franzino, desses que o vento leva e não serve nem pra jogador de futebol de botão.

Discordo também que ser um grande executivo por si só já constitua sucesso e felicidade. O Souza em questão poderia estar com três úlceras e um câncer inicial, bem como prestes a se divorciar e inimigo dos filhos que o vêem exatamente como seus subordinados o vêem: à distância e com raiva. Já Silva, possivelmente ama a esposa e é amado, leva seu filho para passear e o presenteia coisas que não se podem tocar.

E o que dizer das mulheres que em maior quantidade se apropriam dos espaços antes masculinos. Digo isso, porque as mulheres também são grandes executivas de empresas multinacionais. Como se percebe, no seu cerne, essa fábula é machista. E se há esposas e filhas nas mesas de comando, logicamente segundo a premissa, devem existir "grandes" homens apoiando-as psicologicamente.

Gostaria de aproveitar a oportunidade também para esclarecer que já existem Silvas com dinheiro e Souzas sem nenhum. Mas ainda não vi Shimiths ou Suzukis no SPC.
Finalmente quero dar um fecho do tipo bíblico. Tenho vontade faz tempo, tudo na terceira pessoa do plural:

Peço-vos, portanto, sem moral alguma, atentando apenas para o bom senso, esquecer de vez com desvirtuamentos consolidados em séculos de preconceitos. Não conteis fábulas como estas para vossos filhos. Acordai, oh! mulheres e homens. Desligai-vos das novelas e sabiamente planifiqueis o mundo novo, aprendendo com as diferenças, dessa forma, construireis igualdades. Lembrai-vos: em longo prazo todos voltaremos ao pó.

Julio Lins Salvador 18/06/2003.

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Morte de Homossexual é diferente... é diferente...


- Corpo de mulher morta a facadas é encontrado enrolado em lençol

-Homem é morto com tiro no peito e na boca após cobrar dívida em bar

- Homem morre no HGE após ser agredido a pauladas em Itaparica

- Corpo em decomposição é encontrado em matagal na BR 324

- Homem é morto a facadas por enteado de 15 anos em Simões Filho

- Homem é morto com tiros na cabeça no bairro de Cajazeiras V

- Simões Filho: Dois homens são assassinados no município

- Corpo de empresário de Itamaraju é encontrado carbonizado em lixão

- Garoto de programa levou faca para matar apresentador de TV

Esses assassinatos foram cometidos nos últimos 3 dias e reportados pelo mesmo Jornal. Porém em um deles toda a sociedade foi culpada...adivinhe... eu e vc somos culpados da lamentável morte do apresentador Jorge Pedra, assassinado por um garoto de programa.

Esta afirmação quem faz é o mesmo jornal na seguinte reportagem:

Estado assume segundo lugar no ranking brasileiro em morte de gays


Deixe-me dizer... me declaro inocente.

não tenho culpa se as pessoas se colocam em situação de risco...se querem jogar a roleta russa podem jogar, mas não venham colocar a culpa das mortes em mim!

É a socialização da culpa ...

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Adolescente de 14 anos dá à luz trigêmeos no Paraná


Graças a Deus, nenhuma ONG - pró assassinos ou feminista apareceu para coagir ao aborto e assim "garantir" o direito da mulher!

3 seres humanos deixaram de ser assassinados pelos "médicos" que visam "o bem da mulher" ( e ganham muito bem com a morte de bebês - em média 5 mil reais por aborto).


veja a matéria em:

sábado, 17 de outubro de 2009

Do site http://vivopelavida.com.br

terça-feira, 29 de setembro de 2009

BASSUMA sai do PT


"SALVADOR - Suspenso por 12 meses no dia 17 pela Comissão de Ética do PT, o deputado federal Luiz Bassuma (BA) entregou ontem sua carta de desfiliação do partido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do governador baiano Jaques Wagner. Bassuma anunciou que vai integrar os quadros do PV. "
"Espírita e presidente da frente parlamentar pela vida e contra o aborto, Bassuma foi punido por sua posição pública contrária à descriminalização do aborto - que é apoiada oficialmente pelo partido desde o 3º Congresso da legenda, em 2007."
"O deputado alega que escolheu o PV por o partido ter inserido, em seu estatuto, um artigo assegurando "liberdade de expressão" em "questões de consciência". "A campanha contra o aborto é a causa da minha vida", argumenta. "
Precisamos de homens de coragem.
Parabéns por sua luta Deputado Bassuma!

Quanto custa um aborto?




..."O Ministério Público constatou o médico cobrava a quantia de R$ 200 por consulta e o preço do procedimento de aborto variava de acordo com o período de gestação em que as mulheres se encontravam, partindo de R$ 1 mil até R$ 5 mil...."








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"No fim da consulta, a psicóloga diz quanto custa fazer um aborto na clínica. "O valor do procedimento é de R$ 5.000."



Porque será que há tantos defensores ferrenhos deste crime?

Direito da mulher?... sei ...

Quanto desinteresse...


Deixe eu explicar:
- Não é para ajudar a mulher
- Não é para evitar que ela morra de complicações do parto.
é somente DINHEIRO...BUSINESS!!!


A idéia é que aprovado o aborto no Brasil o SUS começe a pagar esse preço para se realizar abortos...

Por isso é que há um LOBBY fortíssimo trabalhando (com mentiras) para mudar a opinião pública, já que a maioria dos brasileiros são contra o aborto.


Rockfeller e Ford



nublog: Na sua opinião, o que é o aborto?
Elsimar Coutinho: O aborto é uma tentativa de curar. Você prevenir sempre é mais barato do que você curar. O aborto é como uma doença da qual você quer se livrar, é como o filho de um desconhecido que você não pode criar.
http://www.implanteshormonais.com.br/entrevistas_escritas.asp?id=20


"Mas decidi ficar e trazer o dinheiro para cá. Fiz pesquisas como nenhum conteporâneo conseguiu fazer. Conseguia recursos da Fundação Rockfeller, da Fundação Ford, da Organização mundial da Saúde, isso ao longo de mais de 10 anos"...

" O resultado de pesquisas que foram feitas no espaçõ de 20 anos em que estamos atuando. Nesse período , ajudamos a evitar cerca de 3 milhões de gravidezes indesejadas."... " Também impedimos de nascer crianças que se fossem abandonadas À própria sorte, uma parte delas, enveredariam pelo crime."

" Eu ajudava a fazer controle de natalidade na China..."

Revista MUITO 12/07/2009, pg. 10 , segunda e terceira colunas.

Hummm... Incrível! Mas o que mais me assusta é a certeza dele de que os 3 milhões de nascimentos que evitou, evitaram crimes...
Os Eugenistas pensam da mesma forma!

Vamos às contas? 3 milhões em 20 anos... dá 150 mil por ano.. e cerca de 12.500 por mês e 568 por dia útil.... não acham um tanto estranho?

Vamos lá... supondo que 568 mulheres por dia fossem tratadas para não terem filhos.. qual o tamanho da equipe de Elsimar? Quanta eficiência!

Mas pode ser que ele consiga evitar 568 gravidezes por dia durante 20 anos , afinal ele treinou .. e muito, na China.
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Dra. Marli Virgínia:

http://imagem.camara.gov.br/internet/audio/mp3/T00010167p45p45183920.mp3

Os organismos que estão trabalhando internacionalmente pela aprovação do aborto são as fundações [que planejam e financiam as ações] e as organizações não governamentais [que as executam] e que promovem tudo isto com enormes somas de dinheiro, como as Fundações Ford e Rockefeller entre as fundações e a Rede Feminista de Direitos Sexuais e Reprodutivos, a Benfam e o IPAS, entre as ONGs".

A Dra. Marli acrescentou que afirma-se que o projeto de legalizar o aborto é atribuído ao propósito de acabar com o aborto clandestino, que seria a causa das mortes maternas que supostamente querem diminuir-se.

"Mas quais são as causas do aborto clandestino no Brasil?", perguntou a Dra. Marli. "Quando estudamos a documentação referente a este assunto", continuou a médica, "verificamos que as instituições que trabalham em favor da legalização do aborto são as mesmas instituições que financiam as clínicas de abortos clandestinos. Primeiro elas financiam a implantação das clínicas. Depois querem legalizar o aborto para acabar com o problema que elas próprias criaram. Isto não é direito reprodutivo!".

Uau!

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

O PODRÃO E O FIM


Percebi, um tanto constrangido, a falta de respeito da minha parte com a paciência de meus amigos leitores. Quantos de vós telefonaram-me ou me escreveram e-mails com insultos disfarçados entre saudações amistosas! Perderam minutos preciosos de suas vidas e mesmo assim não descobriram o que é Podrão! Isso, realmente não se faz.


Consciente da minha falta injustificável, proponho um armistício entre nós...Eu da minha parte conto a historia sem delongas e vocês devem prometer nunca mais enviar spans (minha caixa de correio agradece) ou telefonarem depois da meia noite só para me acordar em meio ao sonho. Aposto que se eu tivesse carro o pára-brisa amanheceria em estilhaços. Posso confiar? De acordo? Tudo bem...


Estava contando, na semana passada, que descíamos discutindo, na ladeira que dá acesso à estação da Lapa (a faculdade fica na Piedade), quando nos deparamos com a visão do paraíso. Não era uma mala cheia de Euros, pois na época ainda a Europa não decidira pela união monetária.


A vista era deslumbrante: Um senhor com a idade estampada nas rugas, trabalhando compulsivamente para atender à demanda reprimida. A multidão se comprimia e feliz aguardava sua vez.


Aquele era "o" cachorro-quente. Por apenas um real, o que na época já era pouco, vinha acompanhado de refrigerante. Se quisesse sem refrigerante, para boicotar os produtores estrangeiros, economizávamos trinta centavos. Pechincha era ali mesmo.


Porém, diferentemente dos meus colegas o que mais me chamava atenção, posto que já sabia que a automação liberaria o homem do trabalho enfadonho, era a forma de colocar o cat-chup... Aquele senhor era realmente inventivo, ele mesmo fabricara, como confirmado pessoalmente, uma bomba injetora de mostarda e cat-chup. Colocada a salsicha no pão bastava bombear uma vez e saía a quantidade justa de tempero desejado em um filete uniforme. A industrialização da informalidade alavancando a produtividade... O seu atendimento, portanto era satisfatório, não se esperava muito tempo, Ninguém tinha tempo...


Aquele bem inferior cuja elasticidade renda negativa se evidenciava na inexistência de clientes de faculdades particulares, salvava a lavoura em dias de aperto. É claro, muitos negarão. Virar a face e fingir que não sabem de nada é comportamento típico dos diplomados e bem empregados economistas. Mas a verdade é uma só: O Podrão era fonte de inspiração. Queríamos um negócio igual àquele, enquanto nos enganávamos entre promessas de empregos e salários de carteira assinada (ou seria assassinada?).


Jeferson, criativo colega nosso, daqueles que restringiam sua demanda por necessidade, lançou o nome observando atentamente, um certo dia, as condições de higiene do empreendimento e a ligação estreita entre sua ingestão e conseqüentes problemas intestinais.


A partir dali, já batizado de Podrão, novas gerações de consumidores, ávidos por um tema de monografia obtiveram sua resposta. Seu fim ocorreu há uns dois anos, quando começaram as obras de reforma. A Lapa foi fechada tempo suficiente para a falência dos pequenos comerciantes instalados lá. E fim da história...


“A elite informal de Salvador: os não excluídos. Perfil e origens” foi o meu tema...Bons tempos aqueles. Serei eternamente grato pelo nove que tirei na monografia! Obrigado Podrão!


Julio Lins, Salvador 12/06/2003.

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

O PODRÃO


Aquilo sim é que é um sonho de negócio. Nós, estudantes de economia, entre correntes de pensamentos divergentes e muitas vezes antagônicas professávamos uma unanimidade comovente enquanto fregueses daquele empreendimento.


É claro, aquilo era um bem inferior, destinado portanto à parcela da população com restrição orçamentária abaixo do digno, ou seja, estudantes da Federal e quase toda a população da Salvador, terra dos oportunos.


Em Salvador aliás, é sabido que a livre iniciativa é severamente tolhida como se vivêssemos num regime de exceção (que por aqui é regra). Camelôs tidos como marginais na alegação oficial de que não vendem com nota fiscal... eu me pergunto agora, ilustre e letrado soteropolitano: e quem vende? Os comerciantes com jogadas contábeis mirabolantes ou os industriais isentos de qualquer imposto, beneficiados pela guerra fiscal?


Mas o problema, ou melhor a solução de que trato aqui é o Podrão. Conto em seguida a sua história e a da criação do sugestivo nome. Íamos nós, utópicos e esperançosos, depois da aula, discutindo o assunto rotineiro de quem ainda não desistiu e sucumbiu ao futebol e à cervejinha como ópio para a acomodação menos dolorosa.


"Como ganhar dinheiro?" Coloco entre aspas esta divagação, pois até hoje fim da história, ninguém do nosso grupo descobriu a fórmula, minto, dois economistas que eram parentes de "alguém" na Administração Patrimonialista do nosso querido Estado logo logo se "arranjaram" e hoje já sabem a resposta "de cor e salteado".


De qualquer forma eles não participavam realmente do nosso grupo... só quem não era nem direita nem esquerda podia. Eles eram totalmente destros do tipo elitista e cruel.


Me lembro bem (ou lembro-me como preferem os puristas) do professor de Neoclássica insistindo que o economista é por princípio um cínico: formula teorias para justificar outras que não deram certo.


Eu diria, em defesa da minha honrada formação acadêmica, que, na verdade o ser humano é cínico. É sobretudo um cínico-míope. Desfila em carros importados e não se importa com a miséria do menino vendedor de bala no sinal até o dia que a alternativa na mente do menor seja a de usar o subterfúgio de ser um menor para se familiarizar com outros tipos de bala, vocês sabem quais.


Se vivo fosse, diria Keynes em favor dos meninos e meninas de rua: "A longo prazo todos estaremos mortos". No sentido da urgência de políticas públicas que aumentem a renda e minorem as disparidades sociais. No Brasil os cruéis e cínicos invertem esses dizeres, os expõem em luminosos e não fazemos nada a respeito: “Roubo o mais rápido possível, pois no longo prazo estarei esquiando na Europa ou tomando sol no Caribe assim como o meu dinheiro.“


Torcendo para que o inestimável leitor esteja entre os vivos mesmo a curtíssimo prazo, na próxima semana continuarei a saga da solução para a pobreza (não espiritual é claro) dos estudantes de Economia e da metade da população de Salvador. Aguardo-vos ansioso!


Julio Lins Salvador 31/05/2003

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Perdigotos


Antigamente o Parabéns no aniversário era somente o Parabéns.

hoje com a evolução dos tempos quase que triplicamos o tempo que o aniversariante fica sem graça frente à multidão:

senão vejamos:

começa com a música do Parabéns "pra" você emenda com Chegou a hora de apagar a velinha depois Que Deus lhe dê quando vc pensa que está no final vem : É pique, É pique (que os mais desatentos transformaram em é BIG é BIG...) e mais ultimamente incluíram uma canção religiosa Cristã (graças a Deus) "Fulano" será abençoado ...


Depois disso tudo a criança baba o bolo inteirinho com seus perdigotos(assoprando as velas) e o povo, cansado de esperar e de cantar, avança no bolo contaminado reduzindo-o à farelos!


um abraço! kkkk!

terça-feira, 18 de agosto de 2009



Que bom ... artistas defendendo a vida! Ela é mãe... sabe que não se deve matar um filho.

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

ABORTISTAS SÃO VIOLENTOS

Das ações sobre aborto no Brasil, 31% julgam violência contra gestantes.

http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL1263486-5603,00-DAS+ACOES+SOBRE+ABORTO+NO+BRASIL+JULGAM+VIOLENCIA+CONTRA+GESTANTES.html


quem tem olhos que leia!