
Quais os interesses por traz de uma revista que em apenas uma edição publica 3 matérias com os seguintes títulos?
- "A primeira família de duas mulheres"
- "Qual é o sexo do seu cérebro? "
- "Estou grávida da minha namorada"
Neste post vou apenas discutir sobre a primeira matéria.
Em "A primeira família de duas mulheres" faz-se uma apologia da inseminação artificial por duplas gays e da idoneidade moral das duas. Apologia quase poética e sem a mínima conexão com a realidade do mundo gay... eis aqui algumas frases da própria reportagem que denotam que algo não se encaixa na descrição atual de fidelidade e amor entre as duas:
- "E como nasce uma família?(SIC) A de Carla e Michele começou numa troca de olhares numa aula de história da psicologia, no campus do pequeno município de Biguaçu, da Universidade do Vale do Itajaí, em Santa Catarina. Michele, 19 anos, era a aluna. Carla, 27, a professora. Ao ver Carla metida em um vestido justo, verde-claro, de um ombro só, as unhas vermelhas, Michele achou que ela era linda. Carla sentiu, como sente até hoje, 11 anos depois, “como se fosse um homem me tirando a roupa com o olhar”.
Se o olhar de "tirar a roupa" tivesse origem de um homem, seria logo taxado de assédio-sexual.
-"Aos 11 anos, tentou resolver a questão da identidade sexual com uma mudança radical. Michele assumiu o estereótipo da garota feminina. Tornou-se modelo. Tão profundamente que sofreu de anorexia e bulimia até os 17 anos. As fotos do book mostram uma loira muito magra, de cabelos longos, encaracolados, olhar profundo. Michele debutou, namorou muitos garotos, foi capa de jornal. "
Não parecia ser muito equilibrada essa menina.
CID F64.2 Transt de identidade sexual na infância.
-"Num evento, ao pegar uma bebida, outra modelo a beijou na boca. Michele descobriu que adorava. Passou a namorar garotos e garotas, sem nada esconder da família".
Promiscuidade?
-" Mesmo assim, namorou por três anos um colega de psicologia. E depois, quando terminou, teve muitos casos de uma noite só. A Carla nunca havia aparecido a possibilidade de amar outra mulher. "
Promiscuidade?
-" “Até hoje eu continuo gostando de homens, olhando para homens. Só olho para as botas ou os cintos das mulheres, não para elas”, diz Carla. “Descobri que gosto de homens masculinos, de mulheres masculinas. Não conseguiria beijar ou transar com um homem feminino ou uma mulher feminina. Por isso, não consigo me apresentar como homossexual. Não por preconceito, mas porque não me interesso por iguais. Pelo contrário, o que me atrai é a diferença de posição, seja em homens ou mulheres.” "
É um caso típico de comportamento ego-distônico. Parece ter sérios problemas e indica que a "fidelidade" está por um fio...ou são promíscuas dentro da 'Relação estável" que é a regra das relações homossexuais.
CID F66.1 Orientacao sexual egodistonica
-"Carla namorou “um homem bacana, numa relação muito interessante”. Michele teve casos com várias mulheres, alguns deles ao mesmo tempo. Um dia Carla descobriu que, mesmo vivendo uma relação com um homem que valia a pena, ela gostava mesmo era de Michele. “Acho isso muito importante, bonito”, diz. “Eu escolhi a Michele.”
Isso prova que a "história de amor de 11 anos " como diz a reportagem é uma farsa.
A promiscuidade ou como querem alguns a "relação aberta" é regra em duplas gays.
-" Michele debateu-se ao longo de muitas sessões de análise. “Sabíamos que não podíamos ser duas noivinhas. E era eu, claro, que ocuparia a posição de noivo. E noivo usa smoking. Ficava pensando: ‘Será que só eu sou a homossexual’?”.
CID - F65.1 Travestismo fetichista
A ditadura gay está mostrando suas garras pintadas de rosa choque... e aí de quem pensar diferente.
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